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 Prólogo - Fairy Tail Origens

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MensagemAssunto: Prólogo - Fairy Tail Origens   Qui Mar 07, 2013 5:19 am

Citação :
O Reino de Fiore

A flor de Era

O Reino de Fiore é amplamente conhecido por sua grande proficiência em magia, assim como seu sistema administrativo e a eficiência da aplicação destas técnicas mágicas em sua vida diária. Ao menos, esta era sua fama antes das catastróficas ocorrências recentes.

O antigo sistema de Fiore atingiu seu ápice devido à formação de Guildas, que eram associações de magos que recebiam e cumpriam propostas variadas de trabalho feitas por clientes pagantes. A realização deste trabalho garantia Gemas, a moeda local, e reconhecimento da Guilda por todo o reino. Estas peculiaridades deste sistema meritocrático garantiam que os melhores magos pudessem desenvolver seus estilos, assim como estimulavam a ambição de jovens da terra.

Estas Guildas eram regulamentadas pelo Conselho, uma união dos magos mais fortes de todo o reino, reunidos em Era. Sendo capaz de organizar missões mais lucrativas para seus associados, o apoio desta organização era de suma importância para todas as menores, apresentando assim grande perigo para aquelas associadas a comportamentos e trabalhos escusos.

Apesar do controle cerrado e da política de pouca tolerância com as Guildas Negras, alguns fatores conseguiram passar desapercebido pela Inteligência do Conselho, ao menos tempo suficiente para tornar impossível qualquer solução sutil.

Em várias regiões, súbitos assaltos tornavam-se cada vez mais freqüentes, assim como depredações e perturbações da ordem pública. O Conselho, inocentemente, mandava trabalhos a pequenas Guilds como meios de testá-las e classificá-las em seus Ranks. Uma decisão que, além de ser insuficiente para solucionar os problemas recentes, tinha apenas o mesmo efeito que cutucar o fogo: incitá-lo.

A arrogância do Conselho fez com que este presumisse que toda a circulação das informações estava sob seu controle, que a constante repressão às Guildas Negras tornariam impossível que se erguessem como uma instituição forte, ou que uma liga tão grande e complexa poderia ser organizada nas sombras, sem sequer alarmar a desconfiança deste governo.

O que se sucedeu foi que, ao longo de toda Fiore, brotaram insurgências mágicas, revoltosas contra a regulamentação autoritária vinda de Era. Os inimigos da luz já possuíam um pequeno exército, formado tanto por magos quanto civis, em cada localidade, gerando conflitos que, apesar de sua singela proporção, gerou efeitos desastrosos, com baixas gigantescas de ambos os lados.

A retaliação

As rebeliões chegavam aos ouvidos do Conselho, dilacerando sua moral e ferindo sua arrogância. Ordens rápidas são dadas para suprimir o genocídio que tornava escarlatino o solo de Fiore. Pequenas forças de repressão marchavam para cada um dos focos de conflitos, enquanto, envolto em sombras, um sorriso se formava.

Decorridas algumas horas, o Plano de Reconstrução adentrava sua jogada mestre: feixes de luz irradiavam do solo por vários pontos de Era, mesclando-se com violência aos doces tons crepusculares que estendiam-se preguiçosamente sobre aquela terra. Juntamente com o brilho que ofuscava a vida dos transeuntes, grandes fendas rachavam o solo, abrindo-se em gigantescos portais pelos quais numerosos homens e mulheres passavam: trajando o negro da noite e trazendo desta o terror em seu encalço, estes espalhavam-se desordenadamente pelas alvas ruas da cidade mágica, pilhando, destruindo e arrombando prédios e mulheres sem distinção.

Aos pés da enorme fortaleza sobre a qual erigira-se o conselho, uma mulher sorria sadicamente, o triunfo reluzente em seus olhos adornado pela soberba que lhe era peculiar, tanto em comportamento quanto em imagem. Erguendo-se a pouco mais de um metro e setenta do chão, longos cabelos ruivos que desciam-lhe até pouco antes da cintura, trajando um longo vestido elegante vermelho e um salto altíssimo, pareceria estar dirigindo-se a uma festa de gala, não fosse o grosso e comprido chicote de couro negro enrolado em sua mão direita.


Está história é contata para todas as crianças do novo reino Fiore, agora é conhecido por Hegoif.

Após a guerra entre o Conselho e os invasores, várias terras foram devastadas, o reino ganhou um novo formato uma nova aparência devido a isso foi feita uma renomeação ao reino como a suas cidades que agora de aparência nova ganhavam novos protetores. Guildas como a Fairy Tail e Lamia Scale deixaram de existir e por mais de 50 anos a antiga Fiore temia novos ataques rebeldes. Um reino devastado pela guerra que não possuia sequer uma Guilda ainda viva sobreviva com a ajuda de magos que surgiam anos após ano e assim surgiram as duas primeiras "famílias" em cinquenta anos, Ryuujin e Lop Selvatici, como as duas novas grandes potências do reino.
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