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 Sedepmahael Cerulian Arcana XXII

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AutorMensagem
Ceph

Sem Ficha

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Mensagens : 1
Data de inscrição : 26/03/2013

MensagemAssunto: Sedepmahael Cerulian Arcana XXII   Ter Mar 26, 2013 2:02 am

Perfil do Jogador

Horário disponível: Noite
Com que frequência entra no fórum:Uma ou duas vez por dia
MSN ou e-mail para contato: - / -

Perfil do Personagem

Nome: : Sedepmahael Cerulian Arcana XXII
Apelido: :Ceph
Idade: 17
Sexo: Masculino
Local de Nascimento: Illia, Arkahum
Localização Atual: Stardust
Magias: Card Magic - Major Arcanas

Personalidade:

Devido ao trauma que sofreu em sua juventude Ceph acabou adquirindo uma outra personalidade distinta, apesar da personalidade dominante ser a mesma desde a infância, ele em certas situações é atormentado pela a sua outra personalidade, que se autodenomina O Algoz, quando está em sua personalidade dominante às pessoas costumam ver Ceph como uma pessoa calma, tranquila e totalmente passiva que sempre prefere resolver os problemas da forma mais pacífica e diplomática, e não se exaltaria por nada nesse mundo, todos o veem como alguém esforçado e dedicado em seus objetivos e principalmente é uma pessoa que gosta de demonstrar valor e mérito por receber recompensas e não aceita qualquer tipo de privilegio se não lhe for merecido. Além de ser alguém que demonstra piedade e compaixão aqueles que a merecem e ajudando os necessitados sempre que podem, muitos acabam concluindo que ele acaba sendo uma pessoa um tanto quanto ingênua principalmente por conhecer tão pouco o mundo e ser uma pessoa tão bondosa, mas é ai que a maioria delas acaba se enganando...

A personalidade não dominante de Ceph não é um oposto da sua, como em muitos casos de dupla personalidade, mas não deixa de ser distinta da sua personalidade dominante, quando tomado pel'O Algoz passa a ser visto como alguém muito mais sombrio e apático, é sempre identificado como aquele que fica sentado no fundo da taverna, sem companhia alguma e que quando alguém tenta se aproximar não da a mínima atenção e que uma guerra pode acontecer na sua frente e que ele não da a mínima atenção ou importância, alguém misterioso e que não é uma boa ideia se aproximar dele, isso faz com que ele seja visto como uma pessoa que não se importa com nada, nem consigo mesmo

Entretanto essa é a visão dos outros de Ceph, em sua personalidade dominante se autodescreve como uma pessoa forte, corajosa, cordial e com um forte senso de justiça e que é muito determinada em seus objetivos e que não pensa duas vezes em se sacrificar por outras pessoas e que da muito valor no que tem e não aceita recompensa alguma se não achar que é digno dela, a visão do Algoz dessa personalidade é a mesma das outras pessoas, apenas acrescentando que Ceph pela a sua ingenuidade acaba se tornando alguém fraco e que apesar da sua determinação a sua bondade e senso de justiça lhe faz desviar dos seus verdadeiros objetivos.

Já O Algoz acredita numa Justiça Absoluta, pessoas devem em necessidade ser ajudadas? Devem, mas não por ele, a sua missão é jugar as considera malignas e causadoras do caos, ele não sente nem um pouco de piedade ou misericórdia por elas e as trata com extremo desprezo independente de que nível social elas estejam, mesmo sendo plebeus ou sendo reis, a sua tarefa é fazer com que eles paguem por seus crimes, mas novamente só se importa com elas se aparecerem no caminho dos objetivos, além disso, as pessoas muito se enganam que ele é alheio ao que acontece em sua volta, ao contrário de Ceph que é espontâneo ele é muito mais observador e analítico em relação a tudo, incluindo pessoas. Ceph tenta manter uma boa relação com O Algoz, apesar da sua natureza antissocial, mas sempre tenta conversa com ele de maneira casual e amigável, muitas vezes sem sucesso, entretanto eles conseguem manter uma "boa relação" já que são totalmente cientes da existência um do outro e de suas ações e Ceph não aceita ele apenas por ser o seu único verdadeiro "companheiro", na verdade a muito tempo já aceitou a sombra que existe dentro de si e acredita que O Algoz faz parte dele e vice-versa.

Aparência:


Ceph tem a aparência de um jovem alto aproximadamente cerca de 1,80, de altura, tendo um físico muito esguio principalmente para alguém com seu treinamento milita pesando cerca de 55kg, o que lhe da uma aparência um tanto quanto esbelta e sem ostentar nenhum músculo definido em seu corpo. O seu porte é mais ocidental, um exemplo perfeito do padrão europeu de beleza, com uma pele tão delicada e tão branca como pequenos flocos de neve, um cabelo um pouco curto com algumas mechas longas e trançadas espalhadas, em um tom de azul celestial, já o seus olhos são tão claros como seus cabelos e são grandes e bem redondos.

A respeito da suas vestes, por questão de honra e princípios sempre usa por debaixo de seus mantos suas roupas luxuosas e cheia de detalhes que tem vários tons de azul e misturado com branco, que cobrem todo o seu corpo, incluindo luvas, botas, capa e sempre usa o seu medalhão com o leão ascendente em seu pescoço, fazendo com que ele pareça um verdadeiro cavaleiro de um local muito distante, mas na maior parte do tempo só a sua capa e botas são visíveis, já que sempre usa por cima de seus trajes de cavaleiro um manto com capuze negro que o cobrem dos pés a cabeça e escondem o seu rosto.

História

Os Abandonados.

A muito tempo atrás existia uma tribo de nômades humanos que eram conhecidos como Os Abandonados. Assim eram conhecidos, porque todos os membros dessa tribo eram incapazes de usar qualquer tipo de Magia em todas as suas formas e por isso sempre eram evitados e oprimidos pelos demais povos do Mundo, muitos tinham medo de se relacionar com eles porque acreditavam que eram vitimas de uma "maldição" desconhecida de seus antepassados, outros acreditavam que eram apenas humanos inferiores e isso era justificativa para ser oprimido, isso justificava o seu estilo nômade já que não era bem vindo em reino outro algum o que acabou tornando eles um povo mercador, já que iam de reino em reino e levavam as suas especializadas até outras terras. Entretanto, mesmo na tribo dos Abandonados existiam aqueles que tinham um pouco de dom mágico e todos possuíam a mesma habilidade: a Divinação, mas que nunca foi algo excepcional, mas por serem poucos que nasceram nessa tribo com esse Dom sempre acabavam se tornando os líderes já que com a sua Divinação iriam proteger a tribo da aniquilação e muitos acreditam que esse foi um dos motivos dessa tribo perdurar até os tempos atuais.

Os Arcanos.

Aqueles que possuíam o dom da magia eram chamados de Arcanos e não eram só chamados como recebiam esse título em seus nomes, o primeiro deles foi, Phyriel Elo-Dryum Arcano I. O curioso é que eles não nasciam dentro da mesma família e sim surgiam de forma aparentemente aleatória dentro das famílias que formavam a tribo, mas mesmo assim independe de suas famílias todos recebiam o nome Arcano e o número correspondente da linhagem. E mesmo nascendo em famílias diferentes eles tinham características físicas similares entre si, todos possuíam os olhos na cor azul celeste, algo que se apresentava dentre os Arcanos. Isso criou certo "mito" que dizia que eram por causa dos seus olhos que eles tinham o seu poder de Divinação, se dizia que os olhos dos Arcanos eram capazes de enxergar através das almas das pessoas e revelar os seus pensamentos e desejos mais ocultos além da consciência e do tempo.

Como citado anteriormente, foi Phyriel o primeiro dos Arcanos é dito que o poder mágico dos Arcanos só aumentou conforme as gerações se passaram, mas o dom da Divinação foi decaindo conforme as gerações se passadas e foi o primeiro de todos, Phyriel que profetizou a respeito do fim da tribo, o trecho inicial conta:

"Àqueles que esquecidos pelos Deuses foram será dada a chance de alcançarem e conquistarem O Mundo. Ou os pecados serão expurgados ou a insanidade reinara e o seu fim chegara."

Até os tempos atuais essa profecia é estuda e pesquisada pelos membros da Tribo, alguns acreditam que o seu mistério só irá acabar quando os eventos se realizarem, outros dizem que não passa de um mito do passado.

Além de Phyriel todos os Arcanos tiveram grandes contribuições para a sua Tribo, foi na liderança de Kalystus Damasael Arcana IV em que os Abandonados deixarem de ser liderado pelos Arcanos e passaram a serem governados pela linhagem de Kalystus, que ainda lidera a tribo até os dias atuais. Mesmo deixando a liderança da Tribo, os Arcanos ainda desempenharam papeis importantes dentro nos eventos importantes da Tribo, como por exemplo, Radiuju Ehbatior Arcana IX, que desvendou o segredo por trás da confecção de itens mágicos e salvou a tribo do abandono da Magia, com a criação das Lacrimas, ele viajou o mundo e se isolou na tribo em busca de conhecer mais a respeito de diversos tipos de Magia e voltou depois de muitos anos a tribo, após ter fabricado Lacrimas ao ponto do seu poder mágico ter se esgotado em definitivo, mas até hoje algumas dessas Lacrimas ainda tem poder mágico nos dias atuais, já o legado de Amabamon Lafrin Arcana XI em que a Tribo dos Abandonados foi a guerra pela primeira vez, numa época de forte opressão contra os membros da Tribo, foi ele que liderou os valorosos guerreiros da tribo contra o massivo exército de Pergrande e conseguiu o triunfo sobre eles e assim libertou a tribo da opressão de todos os outros povos.

Após um grande período de Trevas, foi Amiel Phol Arcana XVI que conseguiu firmar um acordo com Illia e assim fundar o Principado de Arkahum dentro do território de Illia, um território autônomo administrado pelos membros da linhagem de Damasael, mas ainda dependente de Illia. Foi ele que também construiu o Palácio dos Céus, cede do governo de Arkahum, além de várias outras estruturas e monumentos que não se tornaram apenas famosos em Illia como em todo o mundo, entre eles o Mausoléu dos Arcanos, que era a morada de todos os Arcanos da tribo dos Perdidos e que prestava as devidas honras a todos eles. Foi então que os anos se passaram e cada vez mais e mais os Arcanos nasciam em longos períodos de diferença e o medo se espalhava, afinal de contas Os Abandonados dependiam deles para o progresso e a manutenção da Tribo, afinal de contas eles haviam se tornando tão dependente de Magia quanto outros lugares e o comércio ainda era a sua principal habilidade.

Foi então que chegamos à época atual, mais precisamente há 17 anos, no dia em que faleceu Elsiel Knigh'ngel Arcana XXI fundador da Ordem dos Cavaleiros de Tarô e aquele que fez que o mundo temesse os Guerreiros Magos, não-magos, mais poderosos que já foram vistos.

Os Cerulian.

Essa parte da história é onde começamos a falar do protagonista e de sua família, mas talvez acabe sendo muito mais nebulosa do que a origem de seu povo e de suas habilidades, já que o próprio Sedepmahael não possui memória alguma anterior os seus doze anos de idade, memórias de sua família só possui uma única e registros não se tem algum, apenas sabe-se que os Cerulian faziam parte dos Abandonados e que possuíam uma casa na região rural de Arkahum, onde tinham uma pequena propriedade, vivam na casa os seus pais, seu irmão mais velho e sua irmã mais nova, esses eram todos os membros da família Cerulian, hoje todos mortos e por não se relacionarem muito com os outros membros da tribo pouco sabe sobre seus passados ou hábitos. Foi a cinco anos em que todos eles foram brutalmente mortos na frente de Ceph e foi onde nasceu O Algoz.


Sedepmahael.

Um massacre brutal, é essa a memória mais antiga que Sedepmahael possui e a única de sua família. Foi um dia em que "assassinos" misteriosos invadiram as fronteiras de Arkahum e não tomaram só a vida dos pais de Ceph, mas também de 12, dos 20 membros dos Cavaleiros de Tarô, o assassinato da família de Ceph é considerado um evento menor nesse todo caso trágico, afinal de contas ter metade da guarda de elite assassinada foi um evento muito mais impactante para a estrutura do principado. O que Ceph se lembra daquela noite, é que ele havia acabado de jantar com a sua família, todos contentes e felizes conversando na mesa, infelizmente ele não consegue se lembrar do rosto de nenhum deles, são apenas borrões em sua memória, foi então que quando todos foram dormir e que Ceph estava indo ao seu quarto quando seu pai e a sua mãe com sorridentes, diziam queriam brincar com ele antes de dormir, seria um jogo em que ele deveria ficar dentro do armário e ficar em silêncio pelo máximo tempo que pudesse, Ceph não entendeu muito bem aquilo e também não sabe porque atendeu o pedido de seus pais, foi em sequência em que seus pais trancaram o armário que eles surgiram, os assassinos, na mente de Ceph nada mais do que vultos negros que cometeram atrocidades que ele pode observar pela fresta da porta. Sua mãe sendo torturada e violentada e seu pai sendo agredido e interrogado. Carne, sangue e lágrimas haviam tomado o quarto da criança e ele observando tudo àquilo em silêncio, conforme o jogo. O desespero e o impacto que tomaram a mente de Ceph foram intensos demais criando um trauma que o impede de lembrar qualquer coisa anterior a esse evento e criando a sua outra personalidade, que ficou com todas as cicatrizes desse evento.

Após isso ele apenas se lembra de fogo e chuva, logo em seguida apenas escuridão e no meio outra e um reflexo seu surgindo em sua frente, dizendo que iria guardar todo o dor e o sofrimento dentro de si e que a iria fazê-los pagar da mesma forma, após isso ele desperta em um quarto de hospital, estava salvo e sua família condenada, todos os corpos em estado tão deplorável que nem enterrados poderiam ser. Que família? Não se lembra dela. Mas nessa cadeia de eventos trágicos um grande espanto e esperança haviam surgido, afinal de contas foi naquele momento em que o povo dos Abandonados descoariram que os Arcanos não havia lhe abandonado, viram o estigma arcano de Ceph e se sentiram aliviados, mas uma vez um outro Arcano havia surgido e salvaria os Abandonados da ruína que após a sucessão de eventos, era algo que parecia ser iminente. Muito se disse a respeito de como não alertarem o Rei que um Arcano havia nascido? Como esse fato pode ser escondido por 12 longos anos? Não havia respostas para essas perguntas e pouco a pouco foram esquecidas.

O que mais chamou a atenção de Ceph foi que além de ter o estigma dos Arcanos, ele possuía o seu cabelo da mesma cor dos olhos mágicos e isso acreditou ser um bom agouro para um povo que sempre se guiou em divinações e ele iria seguir esse rumo. Sem caminho na vida, sem memórias e sem para onde ir, Ceph foi adotado pelos seus salvadores, os Cavaleiros de Tarô e se tornou pupilo deles e passou a morar no Palácio dos Céus. Foi ali em que ele foi instruído a respeito do seu estigma, da história do seu povo e de seus deveres como membro da ordem dos Cavaleiros de Tarô e ali conheceu aqueles que seriam a sua nova família Leseah e Annegdi eram as mães de Ceph e Anettenb, Olteah, Gotreld e Cenaon eram os pais e Fate Knight'ngel era a sua mestra e mentora. Foram eles os primeiros a perceber as sequelas dos acontecimentos trágicos, começaram a perceber que às vezes a atitude de Ceph mudava completamente de alguém empolgado e carismático repentinamente se tornava alguém frio e se isolava, perceberam o seu distúrbio de personalidade múltipla e tentaram tratá-lo, mas ao perceberam que era inútil lutar contra isso assim como Ceph e passaram a aceitar "O Algoz" como também outro membro da família.

Ceph no começo não tinha conhecimento da existência d'O Algoz, apenas tinha alguns flashes e perda de memória, estava em lugares que não lembrava ter ido e ter feitos coisas que não condiziam a sua atitude, conforme o passar dos anos ele pouco a pouco começou o seu contato com o silencioso Algoz e apesar do choque inicial, aceitou bem o seu problema e tentou conviver com ele, tentou se relacionar com o seu "outro eu" como se referia a ele e conforme a relação dos dois ia se desenvolvendo, os flashes começaram a cessar e ele sabia quanto O Algoz estava tomando conta do seu corpo e apesar das discordâncias eles conseguiram desenvolver uma relação respeitosa e de até certo ponto companheirismo entre si.

Quanto ao seu treinamento, ele se dedicava ao máximo que conseguia e assimilava um pouco da personalidade e aspecto de cada um dos membros da sua família, afinal de contas, ele não tinha nada a se apegar além deles, não tinha memória e nem família de verdade e ele resolveu aceitar que ele havia ganhado uma segunda chance, uma vida nova com uma família nova, não iria se preocupar com o passado que não tinha memórias. Já O Algoz, acreditava em princípios diferentes, iria aprender, iria evoluir, iria ficar poderoso e assim iria conseguir o seu objetivo e não iria perder tempo se relacionando com outras pessoas.

Pouco a pouco, o tempo ia passando e Ceph ia crescendo não só como pessoa, mas também como Cavaleiro de Tarô e Arcano. Rapidamente se tornou alguém muito conhecido no centro de Arkahum, sempre tentava perambulava pelas as ruas, bem humorado e muito cordial e amigável com os outros cidadãos e a maioria sempre era recíproca, alguns poucos não gostavam dele, principalmente devido a personalidade d'O Algoz que às vezes andava pelas as ruas próximas ao Castelo Real. Ele também ficou íntimo do Príncipe Damasael, já que muitas vezes o Velho Príncipe ia visitar a dependência dos Cavaleiros de Tarô e sempre trazia algum presente a Ceph e perguntava como ele estava e como estava se sentido e o príncipe parecia ter uma ótima intuição sempre trazia o presente certo para Ceph e também para o Algoz, o que fez o mesmo criar certo respeito pelas atitudes do Príncipe.

Quanto a suas habilidades e treinamento, ele sempre fugia das aulas de treinamento físico e de combate corporal de Leseah que insistia que para ser um bom Cavaleiro não poderia contar apenas com a sua magia e arma, mas o jovem sempre discordava dizendo que era muito mais nobre e digno o combate de Magia e Espada... A Espada! Como adorava as aulas de esgrima que tinha com Olteah, os movimentos fluidez e os golpes precisos de seu professor faziam os olhos de Ceph brilhar e tentar se esforçar o máximo para conseguir imitá-los, isso fez com que Ceph aprendesse qualidades de um bom esgrimista, já o Algoz preferia o combate com outras armas, principalmente facas e atiradeiras que Gotreld. Quanto ao campo das ciências humanas Leseah era uma professora habilidosa, conseguia prender a atenção de Ceph nas doutrinas a respeito da história dos Abandonados e o conhecimento a respeito das políticas de Arkahum e a relação com Illia e os demais reinos.

Entretanto, quem doutrinou Ceph no aprendizado das artes mágicas e nas doutrinas e filosofias dos Cavaleiros de Tarô, foi Fate Knight'ngel a jovem líder da falida Ordem dos Cavaleiros e filha mais nova de Elsiel, o último Arcano. Ela quem ensinou a Ceph que o poder mágico dos Cavaleiros vinham das Lacrimas que eles possuíam em seus armamentos e que foram criadas por Elsiel, com as habilidades e poderes baseados no antigo jogo de Divinação que datava da época Phyriel, o Tarô, cada Cavaleiro Representaria um dos Arcanas Maiores e as suas habilidades estavam intimamente ligadas a representação de cada Arcana. Infelizmente as Lacrimas dos outros 12 Cavaleiros que haviam caído em batalha haviam sido roubadas, a de Elsiel também não se sabia o paradeiro e restavam apenas as Oito dos Cavaleiros remanescentes. Mas como então Ceph seria capaz de se tornar um Cavaleiro? Radiuju dizia que os Arcanos tinham não só a habilidade ver através da alma das pessoas, mas também de dominar qualquer magia existente com seu estigma arcano. E de fato isso era uma verdade, seu estigma sempre estivera desperto, apesar de não se manifestar ele conseguia sim identificar o que as pessoas sentiam e ver através de suas almas, mas era algo que ele não dava muita importância, ao contrário do Algoz. Ceph acreditava que podia confiar nas pessoas pelas suas palavras e atitudes, já o Algoz acreditava que jamais pode se julgar um livro pela capa deveria lê-lo em seu íntimo para saber a sua verdadeira natureza.

Os anos passaram e finalmente, cinco anos depois Ceph completou seus 17 anos e recebeu o seu título de Cavaleiro de Tarô, em uma cerimônia pública e recebendo o título diretamente do Príncipe a quem jurou proteger com a sua própria vida e que o seguiria até os confins do mundo! Foi um evento memorável para o povo de Arkahum que contou com a presença de alguns membros do Governo Illia. Após a cerimônia pública, ouve uma privada no Mausoléu dos Arcanos, apenas o Príncipe e os oito Cavaleiros, onde o Príncipe chamou um a um e conversou com cada Cavaleiro em particular atribuindo uma nova missão a eles, a Ceph foi dada a seguinte tarefa: Iria partir de Arkahum, iria para fora do território de Illia e iria descobrir quem roubou as Doze Lacrimas e recuperá-las, além de receber a tarefa adicional de encontrar o paradeiro a de Elsiel. Ceph achou estranha a atitude de seu príncipe, afinal de contas ele deveria ser a guarda do Principado e não ser um agente militar, o príncipe apenas disse que enquanto essas lacrimas estiverem desaparecidas o Principado estaria em constante risco. Foi então que O Algoz surgiu naquele momento, dizia que iria seguir as ordens do Príncipe, mas que iria cuidar também de seus próprios assuntos e para isso iria precisar que ele não pudesse ser reconhecido como Sedepmahael Cerulian Arcana XXII, membro dos Cavaleiros de Tarô de Arkahum e um marcado pelo O Estigma dos Abandonados, deveria ser apenas Ceph, Caça Recompensas que vaga pelo o continente em busca de tesouros e prêmios e o Príncipe concordou e atendeu as exigências d’O Algoz e autorizou que ele também pudesse tratar de seus próprios assuntos pessoais.

Foi ali então no Mausoléu dos Arcanos pela a última em que Ceph se encontrou com a sua família e se despediram, mas não foi um adeus era apenas um até logo, até Ceph retornar com os preciosos tesouros de sua família e iria trazer de volta aos seus donos por direito e onde ele iria começar a buscá-los seria em Hegoif.

Hegoif.

Por motivos óbvios o Reino de Hegoif seria o primeiro lugar a se procurar os artefatos que haviam sido roubados, afinal de contas ali era o Reino onde a magia e os itens mágicos eram dominantes e estaria em primeiro lugar em suspeitas do paradeiro das Lacrimas que foram roubadas de Arkahum e ali seria o primeiro destino de Ceph. Mesmo sabendo que Hegoif era distante e que era um lugar tão grande quanto Illia, ele iria buscar por todo Reino não importasse quanto tempo fosse necessário às relíquias que foram roubadas, com a entidade de Caçador de Recompensas, Ceph deixou a maioria de seus pertences, memórias e amigos para trás e foi rumo a Hegoif, apenas com uma mochila de viagem e seus trajes.

Um bom tempo se passou da saída de Illia, cruzar o reino inteiro de Bosco e chegar até a fronteira com Hegoif e não foi tempo que lhe custou, também foi dinheiro que lhe foi dado para cumprir a missão que se esgotou, começou a imaginar que teria se tornar um verdadeiro caçador de decompensas. Entretanto, as coisas começaram ruins logo que chegou a Hegoif seu primeiro destino foi numa cidade na fronteira de Bosco, um posto comercial onde viam e saia produtos do mundo inteiro, inclusive de Illia, um lugar perfeito que ele poderia passar despercebido, mas parecia que o Algoz não iria concordar com isso. Ceph começou a procurar algumas informações com os comerciantes locais e acabou descobrindo por um deles que o prefeito de Acalypha, era um grande colecionador de itens mágicos estrangeiros inclusive possuía artefatos mágicos raríssimos de outros lugares, inclusive de Arkahum. Isso foi o gatilho para que O Algoz tomasse conta de Ceph e começasse a sua investida furiosa contra a cidade, ele invadiu a residência do prefeito e atacou a guarda da cidade que tentou impedi-la e colocou sob a garganta do prefeito a sua lâmina, questionando a respeito dos “itens” que ele possuía que eram provenientes de Arkahum e com quem ele havia obtido tais artefatos, não conseguiu nenhuma resposta e rapidamente foi cercado por um grande contingente da guarda da cidade e rapidamente foi encarcerado e passou algumas semanas em confinamento.

Nesse meio tempo Ceph, conseguiu entrar em consenso com a sua outra personalidade e a persuadiu a tomar ações mais cuidadosas ou algo muito pior do que a prisão iria ser reservada a eles, a sorte deles era que a sua identidade falsa iria encobrir todas as verdadeiras informações a respeito disso e não importasse quando se investigasse ele apenas seria visto como um mero Caçador de Recompensas Andarilho, mas ai que ele se enganaria se Caçador passaria a ser Caça. Ao sair da prisão, histórias a respeito de um Mercenário que havia matado os membros da Guarda da Cidade, que havia destruído a residência do prefeito e que havia tentado assassiná-lo já corriam por toda a cidade e Ceph não era mais bem-vindo em lugar algum da cidade. Teria que sair de lá o quanto antes, as hostilidades com as pessoas da cidade só aumentavam e cada vez mais a atenção era voltada para ele, sairia de lá o quanto antes, mas para onde iria agora? Talvez para uma cidade onde pudesse aprender mais a respeito dos Magos daquele Reino Distante e de seus costumes.


Status do Personagem:

  • Força: 3
  • Destreza: 5
  • Vigor: 5
  • Percepção: 5
  • Inteligência: 7
Pontos de Vida: (60)
Pontos de Magia: (80)


Nivel: 1
Experiência: 0/100
Dinheiro: 1000 Jewels

Citação :
Magias
















Citação :
Inventório:

















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Inventório - Casa:














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MensagemAssunto: Re: Sedepmahael Cerulian Arcana XXII   Qua Abr 03, 2013 2:49 am

Aprodavado +2 Pontos pela história.
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Sedepmahael Cerulian Arcana XXII

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